Alessandro Paulino, o “Banha”, meu irmão caçula. Descansa.

velhos-tempos

Tá vendo essa foto aí? 20 anos atrás, quatro amigos, quatro irmãos. Sim, porque um deles está tirando a foto, mas quem estava lá sabe como foi. O cabeçudo de óculos sou eu, o segundo da foto - que está no meio -  é o José Luiz e o jovem cabeludo é o Alessandro. Quem está tirando a foto é o Allan.

Eduardo, José Luiz, Allan e Alessandro, ou Caveira, Negão, Calango e Banha, como nos chamávamos ao longo do fim da infância e adolescência. Crescemos juntos na Rua 3 da Vila Bandeirantes. Nos conhecemos moleques, guris e crescemos juntos. Crescemos. Deixamos de ser moleques, nos formamos, tomamos algumas surras, destruímos alguns carros, tivemos nossa cota de empregos, cicatrizes, amores, dores, saudades. E de todos nós quatro, o Alessandro, a vítima favorita das piadas internas do bando, por ser o mais novo (eu assim pensava) era o mais tranquilo, o menos criador de confusão. Mas olha como tempo faz o enredo mudar. Alessandro, o Banha, foi o que enfrentou a missão mais díficil, a tarefa mais dolorosa, e enfrentou com o sorriso aberto e a cabeça sempre erguida.

12 anos atrás o Banha foi diagnosticado com arterioesclerose múltipla. Uma doença degenerativa, silenciosa, dolorosa, martirizante e canalha. Ao Banha foi dado dois anos de vida. E aí eu comecei a entender porque ele era o mais sereno, o mais tranquilo, o “búfalo” como eu disse algumas vezes. Ele era assim por ser teimoso. E teimoso como era ele não aceitou o prazo de dois anos e brigou com a doença por 12 anos, mas ontem ele não resistiu mais. Nosso irmãozinho morreu.

E por 12 anos lutando contra essa doença miserável, Alessandro nunca reclamou. Nunca maldisse a sorte ou o destino ou deus ou quem quer que fosse. Nunca perdeu seu bom humor sacana. Nunca perdeu uma chance de curtir com a cara dos outros, principalmente aqueles que viam nele antes a doença que o homem.

HOMEM. Ao longo desses 35 anos de convivência foi isso que ele se tornou, e nos ensinou, nos deu exemplo. Eu nunca conversei com o Banha sobre a doença. Nunca foi tema das nossas conversas, e reconheço cada vez mais esporádicas conversas. Conversávamos sobre rock, sobre futebol (ele torcia para o infeliz time do Goiás, eu sou vilanovense), sobre nossas lembranças da adolescência, sobre histórias em quadrinhos, mulheres, qualquer coisa, menos a doença. Ela nunca esteve presente.

E ontem eu estava organizando a festa de aniversário dos meus tubarões, quando minha irmã me liga pra dar a notícia: Banha finalmente pôde descansar. Todo mundo sabia que isso ia acontecer cedo ou tarde. Eu já me imaginava preparado. Eu não pensava que isso fosse ilusão. Eu não achei que fosse doer tanto, mas tá doendo pra caralho. Perdi meu irmão caçula. Meu irmãozinho morreu.

E ontem, velando seu corpo vestido com a horrível camisa verde do Goiás, só um pensamento me consolava; que minha finada e mui saudosa mãe - vilanovense como eu - ia dar uns cascudos nele quando se encontrassem do outro lado: “Isso é camisa de vestir pra vir pra cá, moleque??”

 

 

Não pode ser justo. A gente ainda é muito novo pra enterrar os nossos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vexame são alguns argumentos - Sobre Zelaya, Janus e fanáticos…

janus_15984_lgEstá vendo essa imagem com um rosto virado para frente e outro para trás? É uma representação do deus romano Janus. Ele era tido como o guardião dos portões do céu, e o fato de ter duas cabeças olhando em direções opostas se deve à sua função, responsável por cuidar do passado e do futuro, do início e do fim. Ele abria as portas para o ano que começava e toda porta pode ser entrada ou saída, depende do referencial adotado (diria meu professor de mecânica no segundo grau).

Trago essa divindade para ressaltar um ponto acontecido aqui no site nessa semana, poucos dias atrás quando eu soltei esse post abaixo, falando do Zelaya e da lambança do Itamaraty.

Na divulgação eu comentei que não era expert no assunto, mas que ia falar o que eu pensava, direito garantido pela constituição (tão polêmica nesse assunto) e pela inclusão digital, que muitos abominam. Claro que eu imaginei que muita gente não ia concordar comigo, já me acostumei a isso e confesso que já me incomodei mais com algumas argumentações mais toscas. Hoje em dia ainda me incomodo, claro, mas levanto da frente do PC, respiro um pouco, tomo uma água (tá fazendo muito calor aqui em GoiâniaTown nessa semana) e quando volto e olho as mensagens recebidas até acho graça de algumas. Outras eu lamento.

E aí eu chego em Janus. Toda verdade tem no mínimo dois lados. Ponto.

Eu tenho uma crença muito firme que orienta minha vida e que vem se cristalizando cada vez mais ao longo dos milhares de anos de vida que tenho: não existem verdades absolutas. Sabe aquela coisa do incendiário de vinte anos se tornar um bombeiro aos quarenta? Talvez a mudança não se dê com tanta ênfase, mas sei que as verdades que eu possuo hoje são escolhas que eu fiz, que eu decidi acreditar; e não porque são as verdades do mundo.

Digo isso porque ao falar do Zelaya e da merda feita pelo Itamaraty eu li muita coisa inteligente, mas muita besteira também; e algumas besteiras até concordavam comigo, para não parecer que favoreço só quem me ama. Talvez não favoreça quem não me ama (sou louco, não sou burro!), mas respeito quem não me ama e tem coerência de argumentação.

E outra coisa, reconheço a grandeza. Quando me deparo com alguém melhor que eu ou algum argumento melhor do que os meus, sei abaixar o tom de voz e ouvir com atenção. Vivo de processos de multiplicação de conhecimento (treinamento, capacitação, sala de aula) então sei reconhecer o valor do aprendizado. Com alguns nessa discussão eu aprendi algumas coisas e revi alguns conceitos, mas alguns idiotas só servem para reforçar a certeza que tenho de que os dois elementos mais abundantes na natureza são o hidrogênio e a burrice.

E quando falo de Janus estou falando para gente que não sabe argumentar suas ideias sem desmerecer a do outro. Gente ridicularizando argumentos dizendo que “Veja não é fonte confiável”, como se soubesse os sites e blogs que eu leio, as revistas que eu consumo, os hábitos que possuo ou a pasta de dente que eu desperdiço brincando com meus filhos (para desespero do condomínio). Sim, dentre várias coisas que procuro ler para embasar alguma opinião eu incluo a Veja, mas também a Carta Capital por exemplo, porque perto dos quarenta anos de idade você começa a acreditar que para muitas coisas o caminho do meio traz equilíbrio.

Outro babum criticou uma participante de um fórum orkutiano (onde mais?) porque a guria falou sobre Arnaldo Jabor e um texto dele que rodou na TV ontem. Alegando que “o nível estava baixando” ele tentou diminuir a opinião da menina artista e do Arnaldo “Cabeção” Jabor. Então eu vejo que para alguns ainda prevalece a ideia pequena de que qualquer um que pense diferente de mim está pensando errado.

Costumo dizer aos meus alunos da matéria de “Gerenciamento de Crises” (onde discutimos negociações com seqüestradores, terroristas e gente assim. Situações de refém em geral) que o pior oponente (na linguagem técnica “perpetrador”) que um negociador pode enfrentar é um fanático. Isso porque quando discuto ideias com um cara como o Lucas Ferreira (integrante do grupo de discussão Rock Público), ele pode entender que eu penso diferente dele, e pode até tentar me convencer de alguma coisa, porque é um sujeito racional, dentro de uma faixa estatística de normalidade (sei lá, vai que é um doido total em outras coisas, né? rs). Mas ao discutir com um fanático, todo pensamento que não é idêntico ao dele não é um pensamento diferente; é um pensamento errado!

E aí o pensador do pensamento errado pode ser chamado até mesmo de “retardado”, um termo pejorativo e até preconceituoso com os verdadeiros portadores de retardo. Isso porque tem gente clinicamente retardada muito melhor de argumento, raciocínio e comportamento que alguns ditos “normais” que andam por aí sem arreio ou coleira.

Isso é terrível em um ambiente como o rock. Ainda tenho ilusões adolescidas de que o rock é lugar de gente de cabeça mais aberta, mesmo que siga tendências esquerdistas ou direitistas; termos que eu vejo cada vez mais ultrapassados dadas as misturas ideológicas que a gente vive vendo pelo mundo afora. Mas ainda assim se o cara pensa para um lado ou para o outro eu sempre acredito que o fato de viver envolvido em arte, em música, com gente jovem (ao menos na cabeça, né?) faz dele uma pessoa que aceita melhor o diferente.

Não é isso que a gente vê quando surge um tema polêmico. Eu até poderia me arrepender do texto abaixo falando do Zelaya e da ação desastrada, pateta e idiota do Itamaraty, mas não consegui ter tanta vergonha na cara. Escrevi de rompante quando vi a foto, talvez por algum ranço nacionalista que achava desaparecido; e ao menos para alimentar a discussão eu acho que foi extremamente válida.

janusTem gente que gosta de discutir apenas pelo prazer das palavras e das ideias, eu sou assim. Tem gente que gosta de discutir para diminuir o outro e “ganhar” a discussão, eu lamento gente assim. Mas enfim, temos que conviver com tudo isso. Assim como Janus, precisamos ver que as coisas começam e terminam, mas principalmente possuem amplos espectros de interpretação. 

Dependendo da fonte que você procura informação e de como você processa essa informação você vai ter um ponto de vista ou outro, ou alguém acha que sequer os hondurenhos têm a real compreensão de tudo que vem acontecendo por lá? Existem crenças, os fatos já estão sendo diluídos na história, e aí eu escolho a verdade que me faz mais sentido. As outras verdades eu quero ouvir, digerir e tentar aproveitar o que eu puder das mesmas; e não me acho mais bonito por pensar assim; apenas me é mais confortável.

 

 

 

 

P.S. - Sobre Zelaya e a ação estúpida do Itamaraty, volto a comentar depois, porque ontem Zé Sarney condenou a iniciativa dos nossos embaixadores, então preciso dar um tempo para soltar minha voz de novo sobre o assunto, ou então corro o risco de ser colocado lado a lado com Sarney. Olha que perigo!

 

P.S.2 – André, ainda aguardo seu texto. Você é um dos caras que mencionei ali em cima que eu abaixo a voz para escutar, e se você diz que eu errei, quero ver como melhorar. Agora você assumiu um compromisso comigo, anda logo, velhinho!!

 

 

 

 

 

 

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Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei

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Vexame diplomático, político, histórico… escolha quem se interessar.

zelayaSim, é isso mesmo, estou falando de política externa. Não, eu não sou expert no assunto, mas qualquer babum de dois neurônios percebe que o país se meteu numa enrascada sem tamanho, principalmente por causa de sua política externa ideologizada, aparelhada e equivocada.

Sabe aquela frase velha que diz “Dize-me com quem tu andas, que eu te direi se quero ir com você”? Bom, não é bem assim, mas serve muito bem pra história em questão. O Itamaraty vem se metendo em sucessivas trapalhadas por causa de sua ideologia de criar um novo eixo político no mundo, de tentar conseguir de forma desesperada um assento definitivo no Conselho de Segurança da ONU, e por causa disso tudo vem se aliando a gente como o nanico doido Mahmoud Ahmadinejad que governa o Irã, a múmia eterna Kadhafi, ao velho Coma-andante Fidel Castro, aos ditadores africanos responsáveis por inúmeras chacinas e conflitos étnicos, ou seja, gente da pior espécie. Tudo isso orientado por uma visão passadista de mundo, em que ainda existam duelos ideológicos que justifiquem a falta de pragmatismo e foco.

A última pérola de nossa diplomacia foi abrigar essa besta completa que é Manuel Zelaya, um caudilho fracassado que sequer teve competência pra fazer do jeito certo as coisas erradas que pretendia. Sim, é isso mesmo! Porque o que o atarantado molusco chama de “governo golpista hondurenho” na verdade tem apoio do exército, da igreja, do supremo tribunal federal e da maioria da população. Que diabo de golpe é isso que todas as instituições apóiam, que o povo apóia e que tenta corrigir um desvio de conduta que tem jurisprudência e teria consequências nefastas e longevas.

O que estou dizendo, pra quem não seguiu o raciocínio, é que o governo do nervoso Micheletti não é o golpista. O que aconteceu em Honduras, tirando Zelaya da sua cama e expulsando-o do país não foi golpe. Pasmem!! O golpe foi tentado antes por Zelaya, ao tentar mudar a constituição para permitir eleições sucessivas e plebiscitos eternos para manutenção de seu plano de poder. Não “plano de governo”, porque isso parece não existir, mas sim “plano de poder” mesmo. Zelaya tentou rasgar a constituição e fazer o seu governo ser entronizado, mas houve resistência das instituições democráticas hondurenhas que o chutaram para fora do país. Agora o néscio cria essa situação toda e nossos embaixadores embarcam sorridentes por causa do desespero lulista de fazer história no mundo.

Êita desejo besta sêo! Agora temos um abacaxi do tamanho do chapéu do Zelaya pra descascar. O sujeito aboletou-se na nossa embaixada, incita a população à desobediência civil, conclama rebeliões popularescas (não populares! popularescas. é diferente!) e MANDA NA EMBAIXADA DO BRASIL. O sujeito virou dono da casa! Sua turma de quase uma centena de pessoas não-identificadas organiza a rotina da embaixada, define horários, gerencia o boteco. Quer prova boa do tamanho da lambança? Olha a foto! O cara tá dando entrevista com a bandeira brasileira ao fundo e ao lado, usando o brasão brazuca pra legitimar suas sandices.

E ele não está inaugurando nada, porque o que ele pretendia fazer em Honduras foi feito por Chavez na Venezuela, Evo na Bolívia e mais um monte de tiranetes na África. Usando eleições e plebiscitos manipulados por iniciativas demagógicas e populistas vão fraudando o sistema democrático de forma repetida e teimosa, conquistando espaço enquanto a intelligentzia do país torce o nariz para o cheiro do povo reunido nas praças. Tudo errado.

Nessas ondas Zelaya tentou e se deu mal. O país convulsionou e nossa política externa enfiou o pé na jaca na alta! Agora estamos entalados numa situação patética que não parece que vai melhorar. Dentro de alguns dias o governo hondurenho - golpista na visão do molusco, legítimo na visão de Honduras - vai cumprir o ultimato feito, romper relações com o Brasil transformando a embaixada em ex-embaixada e os diplomatas em ex-diplomatas. Esses serão expulsos do país ou poderão pedir licença para permanecer em Honduras, uma licença que pode ser facilmente negada e aí eles teriam que voltar pro Brasil. E Zelaya? Picaresco, farsante, cênico, teatral, vai se fazer de vítima e criar algum outro factóide que gere apoio incondicional à sua causa injusta.

Se até o ministro da defesa - Jobim, não o Tom, infelizmente, e sim o Nelson - precisou explicar que não vai mandar o exército brasileiro para invadir Honduras (olha o nível da besteirada que tem se dito esses dias!!!), avalie como esse passo foi desastrado.

Senhoras e senhores, os malucos tomaram conta do hospício. E sabe quem são os responsáveis? Gente acomodada como eu e você.

 

 

 

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Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei

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Errata - ou é rata?

marinaObviamente você está vendo essa foto dessa bela tatuada aí acima, certo? Essa aí é a MARINA MARQUES, fotógrafa, artista das imagens talentosíssima, amiga e gente boníssima. Acontece que o texto sobre a “CENA” em sua segunda parte, saiu com o nome dela escrito errado. Saiu Marisa ao invés de MARINA.

Não é a primeira vez que isso acontece, e dependendo da minha vontade até hoje a família estaria procurando o corpo do responsável pelo deslize na primeira vez que aconteceu. Dessa vez eu vou avaliar bem o que fazer, porque a cadeia envolvida no erro é um pouco grande.

Temos o criador do texto, uma besta irrecuperável que já deve ter escrito errado lá no início. É uma possibilidade.

Depois temos o idiota do digitador, que tecla com os olhos fechados, pelo visto. Ainda temos o revisor, que é um quadrúpede e falhou fragorosamente em achar esse erro grosseiro. E aí temos o diretor do site que é um bucéfalo e que não viu nada disso acontecendo.

Enfim… como a equipe aqui do site não é uma equipe enxuta, é uma equipe desidratada (de tão pouca gente), eu já sei quem foi o culpado. Claro que foi o bestunto que tecla agora com você, criatura que me lê, porque eu faço tudo nesse boteco.

 

Marina, encontre paz no seu coração para perdoar esse delinqüente seu amigo. Agora está corrigido.

MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA MARINA

 

Tomara que isso nunca mais aconteça, eu fico numa vergonha!

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O site Inimigo tá bem visitado… a casa agradece.

pedra-divulgacaoTá vendo essa banda? É a Pedra Letícia. Para quem não conhece ainda (O QUE???) essa é a banda que vem alcançando um sonho de muito músico: ser reconhecida. O Pedra Letícia faz um som que mistura criatividade, palhaçada e cinismo em grandes doses e acaba parindo um som divertidíssimo, desencanado e bom pra diabo. Qual a prova do reconhecimento dos caras? A agenda.

Alguns poderiam pensar que a prova do reconhecimento foi ter ido ao Faustão e ficar lá por mais de 20 minutos no ar, e - PASMEM! - conseguir que o gordo global calasse a boca para escutar as respostas. Isso não é para qualquer um. Mas ir ao Faustão foi parte das etapas de crescimento desses caras, não foi o objetivo. Mesmo muita gente descendo o cacete em uma banda que toca na globo em tardes dominicais, para o que o Pedra se propõe o canal é super-adequado e foi um sucesso a participação. Mas eu friso que a prova de reconhecimento não foi aparecer na Tv, mas sim a agenda dos caras. Estão tocando pra tudo quanto é lado no país e sendo pagos para isso. Não sei se BEM pagos, mas ao menos pagos, e isso é o que muita gente do meio sonha e rala pra caramba sem conseguir.

Enfim, tá vendo o sujeito em pé na foto? Esse que tem cara de assassino de aluguel (atenção: não é que ele está na foto com cara de assassino de aluguel, ele TEM cara de assassino de aluguel mesmo!)? É o Fabiano, professor de inglês de um monte de gente aqui da cidade e 33% do Pedra. O cara tá tocando no país inteiro. O cara apareceu na Globo. E o cara me disse que lê “O Grito do Inimigo”, e gosta!! Pira pra isso, ele gosta!

Cara, quando eu o encontrei (a namorada dele foi minha aluna na faculdade e está se formando agora e eu sou o nome da turma na colação de grau. Entendeu? Não? Tá bom) já fui logo parabenizando a banda, porque tinha visto um monte de coisas deles no YouTube e tals, quando ele me interrompe para elogiar o site e os textos. Só um palavrão descreve: Putaquipariu como eu achei bom!!

Fabiano é um generoso, mas é bom saber que o site está sendo visto e lido, mesmo que meus leitores prefiram me mandar emails ou falar pessoalmente e nunca - nunca!!! - deixar mensagens aqui no site mesmo. Enfim, a casa agradece a atenção, meninadinha do bem.

 

 

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Criador da guitarra Les Paul morre nos EUA aos 94 anos

lesO guitarrista Lester William Polfus, mais conhecido como Les Paul, morreu nesta quinta-feira (13) no hospital White Plains, em Nova York, nos Estados Unidos, aos 94 anos. Vítima de pneumonia, o músico foi responsável pela criação da guitarra Les Paul, um dos modelos mais reproduzidos e usado por nomes como Jimmy Page, do Led Zeppelin, e Pete Townsend, do The Who.

De acordo com a agência de notícias AP, Les Paul estava hospitalizado desde fevereiro de 2006, logo após vencer dois prêmios Grammy pelo álbum Les Paul & Friends: american Made World Played.

Além de criar o modelo Les Paul, um dos mais vendidos pelas marcas Gibson e Epiphone, como inventor, ele ajudou no processo para a gravação em várias faixas nos estúdios, aprimorando as gravações de diferentes instrumentos em canais separados.

Como músico, Les Paul recebeu 36 discos de ouro e esteve no topo das paradas americanas onze vezes com sucessos como Vaya Com Dio, How High the Moon, Nola e Lover.

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A criação do modelo Les Paul foi vital para o desenvolvimento da guitarra elétrica e a ascensão do rock nos anos 40 e 50. “De repente, todos perceberam que a força era algo importante na música. É preciso ter dinâmica para se expressar fora dos limites de um instrumento”, explicou Les Paul em uma de suas entrevistas.

Com sua criação, o modelo Les Paul começou a ser produzido em 1952 pela Gibson e acabou parando na mão de guitarristas como Jimmy Page (Led Zeppelin), Pete Townsend (The Who), Steve Howe (Yes) e do jazzista Al DiMeola por seus timbres característicos e força.

 

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Bobby McFerrin - brilhante!

Um congresso científico, um jazzista é chamado para a mesa de debates. O que esperar? Quando o sujeito é um gênio musical como Bobby McFerrin você espera coisas geniais, mas quando ele é um gênio imprevisível então não se pode esperar nada. Apenas esperar e delirar. Olhem o que esse maníaco fez com a platéia, é brilhante! (se eu não tiver sucesso colocando o vídeo aqui, me avisem por favor. Sou meio neandertal ainda).

 Bobby McFerrin regendo a platéia

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A volta do bolachão

Para dinos como eu essa notícia é deliciosa. Isso porque o Cd tem sua qualidade, o MP3 tem sua praticidade, mas nada se compara ao charme e ao som inigualável das velhas agulhas correndo saltantes pelos sulcos dos discos de vinil. Eis a notícia…

 

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A única fábrica de discos de vinil no Brasil, Polysom, localizada no município de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, estava desativada até o início desse ano, quando o presidente da gravadora Deckdisc, João Augusto, resolveu comprá-la. Reformada dede maio, a expectativa é que ela volte a fabricar ainda este ano, cerca de 40 mil LPs por mês. A Polysom venderá o produto semiacabado para qualquer gravadora interessada, a qual caberá encapar, embalar e vender. Os primeiros bolachões a serem prensados serão trabalhos de Chico Sciente & Nação Zumbi, Engenheiros do Hawaii, João Bosco e Vinícius Cantuária.

 

Fonte: Folha Universal de domingo, dois de agosto, página 06. (Sim, é isso mesmo: Folha Universal, o jornal da universal do reino de deus. hahahahahahhaha. Informação tem pra todo lado, depende de querer ver!)

 

 

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Integrante do Beastie Boys está com câncer

da Associated Press, em Nova York

Adam Yauch, 43, um dos integrantes do grupo Beastie Boys, foi diagnosticado com um tumor na glândula salivar, informou a banda em um comunicado.

 O anúncio foi feito nesta segunda-feira (20) pela banda, que cancelou apresentações e postergou o lançamento do próximo álbum por conta do diagnóstico.
No comunicado, os integrantes da banda dizem que o tumor foi detectado cedo, está restrito a uma região e é considerado “bastante tratável”.
Para combater o tumor, Yauch terá que se submeter a uma cirurgia e a um tratamento especifico, mas o comunicado afirma que suas cordas vocais não serão afetadas.
Além de integrar o Bestie Boys, Adam Yauch é também produtor de cinema.

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Existe boa morte?

Eu sou chocólatra assumido. De dormir mal se não tiver chocolate na casa, coisa de doente mesmo. E aí me deparo com uma notícia dessas. Tudo bem que “a morte não serve a ninguém”, como disse o poeta, mas algumas mortes parecem mais atraentes que outras. Ou não?

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Homem morre após cair em tonel de chocolate nos EUA

09 de julho de 2009 • 06h42 • atualizado às 07h51

 

Um homem de 29 anos morreu depois de cair em um tonel de chocolate quente em uma fábrica nos Estados Unidos, na quarta-feira.

Vicent Smith Jr. estava em uma plataforma de cerca de 2,70 metros de altura, despejando pedaços de chocolate no recipiente, quando escorregou.

Um porta-voz da procuradoria do Condado de Camden, em Nova Jérsei, onde ocorreu o acidente, disse que Smith teria morrido instantaneamente ao ser atingido na cabeça por uma espécie de pá gigante que remexia o chocolate derretido.

Segundo o porta-voz, um colega de trabalho de Smith na fábrica apertou um botão de emergência para parar a máquina, mas não conseguiu salvá-lo.

O site da rede de televisão americana CNN informou que o tonel retangular tinha cerca de 2,40 metros de profundidade e pertencia à empresa Cocoa Services, que realiza parte da produção da Hershey’s, uma das maiores fabricantes de chocolate do mundo.

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http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3865220-EI8141,00-Homem+morre+apos+cair+em+tonel+de+chocolate+nos+EUA.html

 

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